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Opera e o negócio da China

  • Mais um subsídio. Neutralmente colocado por mim. Quem é que escreveu: não louvo nem condeno, apenas me admiro com as turbas? Essa é minha postura ao adicioná-lo.

  • No link que indiquei logo no início, tenho encontrado todo o principal conteúdo que aqui rola. Eu interpelei lá um postante, julgando-o muito simplório na sua observação. Ele me respondeu e me "quebrou a cara"! Tudo o que ele afirma na sua resposta e as razões que dá passaram-me a impressão de que sabe mais e mais profundamente do que os óbvios ululantes que são a geleia geral que habitualmente rola.Como sou incapaz de confirmar ou contestar o que ele expõe, pediria que os que aqui se julguem aptos e dispostos a uma coisa ou outra (confirmar ou contestar) que respondam diretamente a ele. Eu apenas "murcho as orelhas". :rolleyes:

    Por favor, leiam o link inicial que agora indico e as três postagens subsequentes Instigantes revelações ou não?

  • Por favor, leiam o link inicial que agora indico e as três postagens subsequentes Instigantes revelações ou não?

    Para mim não fazem o menor sentido, o tipo de comentário que eu provavelmente iria filtrar. O que, por sinal, eu fiz.

  • Hesito em tentar ir mais fundo nesse tema. Bem melhor, confortável e ajuizado, seria conservar minhas orelhas murchas. Mas, cogitar não é afirmar, seria, quando muito, aventar possibilidades. Eis o que me vem:

    Primeiro (e que com o passar do tempo, me acorre): o temperamento do postante, se é que saberei abordar isso

    Andei estudando suas postagens. Pareceu-me um tipo inclinado a respostas curtas, talvez utilizando o navegador apenas em um mobile. Nessas respostas, "senti" que, se pressionado, ou contestado, tira do bolso do colete seus trunfos: dá uma resposta de difícil/impossível verificação, para passar por sábio, ou sabichão, e escreve o que sua imaginação e seus recalques acham por bem escrever. Tudo o que afirmou é muito duvidoso, mas, para o meu sentir, não impossível.

    Segundo - verificar se há notícias a respeito, mesmo que dadas por pasquins (no mau sentido, não no sentido de "O Pasquim", que já teve seus momentos de glória na minha apreciação).

    Digitei uma pergunta em inglês, contendo, mais ou menos, o seguinte conteúdo: há quanto tempo a Opera ASA tem relacionamento com a Qihoo. Isto só me retornou as matérias que surgiram dia 10 de fevereiro e pouco ou nada foi acrescentado a partir dessa data.

    Aí, passei do inglês para o norueguês, localizei uns 10 jornais noruegueses e, nos que permitiam pesquisas, pesquisei, porém, não obtive retorno.

    O que me parece bem provável é que a Opera ASA não encontrou a Qihoo numa mesa de boteco, foi com a cara dela e daí se tornaram amigas íntimas, a ponto de entrarem em sociedade e negociarem o patrimônio da primeira, num curto período de tempo.

    Isto deve ter bem mais tempo de convivência e envolvimento em atuações conjuntas. Daí porque não acho tão incrível o que ele afirma, que são seis anos de conjunção.

    Acredito também que a maior parte das notícias que nos chegam, devem ter muito mais coisas não reveladas, por debaixo dos tapetes, e essas são as que vão determinar o desfecho de um assunto, no caso, e nos dizendo respeito, o desfecho e consequências da venda da Opera ASA à chinesa.

    A frase inicial dele que é um navegador para o mercado chinês. Talvez, querendo significar que já há uma produção especial para o mercado chinês levada avante pela Opera ASA e a Qihoo, há seis anos, e em padrões totalmente diferentes dos usados para o ocidente. O modo por que ele afirma dá a entender que isso é do conhecimento dele. Neste ponto, me inclino muito mais para que seja um saque mirabolante dele. Mas deixo uma pequena parcela em que possa ocorrer. Não que tenha ocorrido, ou esteja ocorrendo, mas não inacreditável.

  • o negócio ainda não foi fechado, né?

  • o negócio ainda não foi fechado, né?

    Não. Ao menos nada foi anunciado ainda.

    É algo que poderá levar um bom tempo para ser concretizado.

  • Sinceramente, a primeira vista, não vejo com bons olhos essa venda aos Chineses, não por vazamento de dados etc., por isso o Governo Americano é campeão, mas pela ideologia chinesa, essa ideia comunista, de restrição a liberdade e inconstancias nas empresas que adquire.

  • Andei estudando suas postagens.

    De quem?

    Tudo o que afirmou é muito duvidoso, mas, para o meu sentir, não impossível.

    Impossível talvez nada seja, mas muitas coisas são bem difíceis de acontecer. E, na minha opinião, o que ele disse se encaixa nessa categoria.

    O que me parece bem provável é que a Opera ASA não encontrou a Qihoo numa mesa de boteco, foi com a cara dela e daí se tornaram amigas íntimas, a ponto de entrarem em sociedade e negociarem o patrimônio da primeira, num curto período de tempo.
    Isto deve ter bem mais tempo de convivência e envolvimento em atuações conjuntas. Daí porque não acho tão incrível o que ele afirma, que são seis anos de conjunção.

    E o que o leva a pensar dessa forma? Não seria um tanto estranho que a Opera Software, uma empresa listada na bolsa de valores e com obrigações legais decorrentes disso, tivesse um "relacionamento" com uma outra empresa sem que ninguém soubesse?

    E por qual razão o consórcio precisaria negociar a compra da Opera com a mesma?

    Acredito também que a maior parte das notícias que nos chegam, devem ter muito mais coisas não reveladas, por debaixo dos tapetes, e essas são as que vão determinar o desfecho de um assunto, no caso, e nos dizendo respeito, o desfecho e consequências da venda da Opera ASA à chinesa.

    Você não deixa de ter alguma razão quando diz que todas as notícias que nos chegam são editadas de acordo com os interesses daqueles que as publicam. E falo de notícias de um modo geral, não somente daquelas relacionadas às negociação das ações da Opera.

    No entanto, penso que acreditar no que foi dito sobre a Opera já ser chinesa há anos vai muito além disso e tenda mais para o lado de se acreditar em teorias conspiratórias.

    A frase inicial dele que é um navegador para o mercado chinês.

    Bom, o Opera pode ser baixado na China há muito tempo até onde sei. E é o mesmo usado no resto do mundo.

    O modo por que ele afirma dá a entender que isso é do conhecimento dele

    E por qual motivo pensa assim?

    Eu tendo mais a ficar com um "pé atrás" com certas afirmações, principalmente em se tratando da internet e de alguém que não conheço o suficiente.

  • O modo por que ele afirma dá a entender que isso é do conhecimento dele
    E por qual motivo pensa assim?
    Eu tendo mais a ficar com um "pé atrás" com certas afirmações, principalmente em se tratando da internet e de alguém que não conheço o suficiente.

    Ele é quem dá a entender, ou procura dar, que isso é do conhecimento dele. É só perceber a frase peremptória dele. Não que eu esteja tendente a crer. Desde o início, pus sob suspeita suas afirmações dele. Faço minhas as palavras com que você encerra o comentário acima.

    Se de toda minha exposição, dei a ideia de que a possibilidade de os dizeres dele serem o mais provável a respeito do que realmente está rolando, então percebo que teria sido melhor eu ter conservado minhas orelhas murchas.

    Hora alguma eu tive a pretensão de dizer que a Opera estaria agindo como ele relata, ou inventa. Agora, que eu creio na probabilidade maior de o relacionamento da Opera com a Quihoo ser bem mais antigo do que se pensa, nesse ponto, de tempo decorrido, é o em que mais creio. Como disse no início, são cogitações, as cogitações se a muito chegarem, vão até a aventar possibilidades. Mas, também, as cogitações, podem nem a isso chegar. Deve ser o caso dos comentários que apus. Como pode ser o caso de todos os comentários subjetivos expressos no decorrer de todo esse tópico.

  • Agora, que eu creio na probabilidade maior de o relacionamento da Opera com a Quihoo ser bem mais antigo do que se pensa, nesse ponto, de tempo decorrido, é o em que mais creio.

    Bom, se levarmos em conta que empresas se relacionam entre si, é possível que o pessoal de ambas as empresas já terem se encontrado por aí em algum evento.

    O que é bem diferente do que aquilo que o sujeito afirma.

    E quanto ao resto do consórcio? O relacionamento também seria antigo?

  • E quanto ao resto do consórcio? O relacionamento também seria antigo?

    Isso não tenho como saber, ou, sequer, dar um palpite. Ai, só mesmo cogitações. E, no caso, sem base. Já que "garramos"na conversa, supondo que o relacionamento Opera/Quihoo seja, de fato, mais antigo, o que mais antigo ainda seria é o relacionamento da Qihoo com o restante do consórcio.

    Se a base ou o staff da Opera recomendou a venda aos acionistas principais com tanta ênfase (não foi assim?), eu suporia que o que a Qihoo manifestou a esse staff mereceu confiança e inspirou o pronunciamento favorável. "Se non è vero..."

  • Pra ilustrar meu comentário sobre o UC Browser:

    http://www.opera.com/blogs/news/2016/03/malicious-insecure-ads-linking-uc-browser-downloads/

    On-topic, destaco um comentário da página que dá (fortemente) a entender que mesmo que a empresa mude de dono não adeririam à essas práticas:

    Once Opera is sold to the Chinese, it may utilize a similar marketing strategy as the Chinese UC Browser. KEEP OPERA NORWEGIAN!

    "If our owners ever change we'll still keep our Norwegian identity and views on web fairness. It's what makes Opera the browser the successful browser it is :)" - Ruth da Opera

  • Deixe tentar situar-me melhor sobre o que penso do postante tão polêmico.

    Não devo evitar e repudiar um postante/assunto, só porque eu não quero que ele possa ter verdades em seu arrazoado. Eu não querer é uma coisa. Ele não ter pode ser outra. Verdades que me desagradariam.

    Para dar uma ideia mais objetiva do que penso a respeito, digo: Para TUDO o que ele expôs (e como expôs), eu daria 95% de que seria improcedente. Para esse mesmo TUDO, ficam, portanto, 5% de possibilidade de que possa ser o que esteve/está ocorrendo.

    As razões de assim pensar, não vou, porém, explicitá-las. É muito trabalhoso. Seria me envolver em todas as possibilidades que movem os seres humanos. Boas e ruins. E na mutabilidade desses seres humanos. É a frase que ouvi há muito tempo, não sei de quem, nem onde: Todo o mundo é bom até deixar de ser. Simplesmente assim.

  • Se a base ou o staff da Opera recomendou a venda aos acionistas principais com tanta ênfase (não foi assim?), eu suporia que o que a Qihoo manifestou a esse staff mereceu confiança e inspirou o pronunciamento favorável. "Se non è vero..."

    Não necessariamente, a análise pode ter sido do ponto de vista puramente financeiro, que é o que interessa aos acionistas.

    Ainda que outros aspectos tenham sido levados em conta, o que eu até acredito que tenha acontecido, não significa a existência de uma relação antigas mas apenas que a proposta apresentada é interessante para acionistas, empregados e para a empresa de um modo geral.

    Ah, e não podemos esquecer que a oferta não foi feita pela Qihoo e sim por um consórcio de empresas da qual a Quihoo faz parte, não sendo a principal integrante.

  • Bem, a pergunta anterior foi respondida por mim, para não deixar de responder, não esperava a pergunta. Isso que você expôs é suposição, ou você sabe que foi assim?

  • Isso que você expôs é suposição, ou você sabe que foi assim?

    Isso o que exatamente?

  • Isso o que exatamente?

    Bem, seria tudo aquilo que você respondeu, supondo (ou, talvez sabendo) como é/foi o contato do staff da Opera com o restante dos componentes do consórcio.

    Tudo, porém, que andei lendo, nesse ínterim -- faltando ir mais detida e calmamente aos conteúdos -- me inclinam a que eu esteja mais perto do que pode ter acontecido, nesse aspecto, o aspecto do relacionamento Opera/Qihoo/Consórcio. Por enquanto, quer-me parecer que a Quihoo não seja, econômica e financeiramente, a mais importante nas negociações de oferta e compra. Mas, sim, que a Qihoo tenha sido, pelo menos, a porta-voz das chinesas, a mais proeminente e atuante nas negociações, até a oferta ao corpo dos dominadores acionários e a compra, isto é, o valor finalmente pago (acredito que tenha sido já pago, não entendo muito desses trâmites).

  • Alguém sabe se a Opera Asa teve/tem algum(uns) software(s) distribuído(s) através de um possível "ramal" (brand) chinês/asiático já há alguns anos atuando nesse mercado, TALVEZ sob legislações ou costumes fora dos padrões noruegueses? Vou aguardar respostas durante alguns dias, quando, finalmente, se for o caso, volto a postar.

  • Bem, seria tudo aquilo que você respondeu, supondo (ou, talvez sabendo) como é/foi o contato do staff da Opera com o restante dos componentes do consórcio.

    Bom, não sabemos nem se houve um contato, então qualquer coisa dita sobre um possível conato deve ser encarada como suposição baseada em como esse tipo de coisa (venda de uma S.A.) costuma ocorrer.

    E usualmente funciona da seguinte forma: a empresa que deseja ser vendida indica isso - embora não seja necessário - e a(s) empresa(s) interessadas na compra fazem ofertas.
    Então o Conselho Diretor da empresa à venda, que representa os acionistas desta, analisa e recomenda ou não a aceitação da oferta.

    Não há, obrigatoriamente, a necessidade de um encontro, de uma conversa prévios.

    Mas, sim, que a Qihoo tenha sido, pelo menos, a porta-voz das chinesas, a mais proeminente e atuante nas negociações,

    Que negociações? O que o faz pensar que existiu ou existe alguma negociação?

    E mesmo que tenha sido o caso, o que o faz pensar que a Qihoo foi tão proeminente assim?

  • Alguém sabe se a Opera Asa teve/tem algum(uns) software(s) distribuído(s) através de um possível "ramal" (brand) chinês/asiático já há alguns anos atuando nesse mercado

    Não, não tem. A Opera mesmo faz a distribuição de seus softwares, o que pode ter são mirrors/sites que também o fazem, assim como acontece no resto do mundo.

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