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Opera e o negócio da China

  • Retificação: coitado do B!

  • A verdade parece ser, como o Leo tem dito por outras palavras, que ninguém sabe que bicho vai dar. Outra apreciação, dada com muita elegância e tirocínio, que mais ainda me situa.

  • O que é sabido é que haverá mudança no controle acionário, saindo estes e demais acionistas espalhados por aí e entrando o tal consórcio.

    O que esses novos acionistas irão fazer só poderemos saber ao certo após a venda. Por enquanto só é possível listar algumas possibilidades.

  • Estes top 20, em conjunto, teriam, no momento, o domínio acionário com aproximadamente 58%, se as ações que possuem todos eles têm direito a voto (não se lá há diferenciação correspondente à que há/havia nas nossas S/A entre ações ordinárias e preferenciais, nominativas e ao portador). Parece-me que sim, com direito a voto, pelo quadro type do gráfico. Calculo que os outros cerca de 42% estariam nas mãos de acionistas "pulverizados" através de movimentos nas bolsas de valores.

    Estou cogitando que, feita a alteração no corpo acionário, se os chins optarem por conservar a tecnologia nas mãos do que hoje é a estrutura da Opera ASA, poderia haver, de início, uma espécie de "sociedade de capital e trabalho", uma das modalidades de sociedades que há/havia na legislação brasileira dos meus tempos de estudo de contabilidade.

    Também cogito em similaridade com as concessões de serviços públicos aqui, em que uma firma inglesa, por exemplo, poderia ser a concessionária do fornecimento de energia elétrica. Ou como as concessionárias de telefonia.

    Parece-me que nos dois casos, seria como a Opera permaneceria uma empresa norueguesa, enquanto a sede estiver definida juridicamente na Noruega, trabalhando sob a legislação norueguesa. Só o capital seria chinês.

    Mas, o que tem a ver comigo é que se passar para a legislação chinesa, não terei, no momento, nem confiança nem motivação em prosseguir mantendo o navegador.

  • se as ações que possuem todos eles têm direito a voto (não se lá há diferenciação correspondente à que há/havia nas nossas S/A entre ações ordinárias e preferenciais, nominativas e ao portador).

    Não tenho certeza mas acho que ação sem direito a voto é coisa nossa.

    Calculo que os outros cerca de 42% estariam nas mãos de acionistas "pulverizados" através de movimentos nas bolsas de valores.

    Entre eles, diretores e funcionários da Opera: http://www.newsweb.no/newsweb/search.do?messageId=394518

    Parece-me que nos dois casos, seria como a Opera permaneceria uma empresa norueguesa, enquanto a sede estiver definida juridicamente na Noruega, trabalhando sob a legislação norueguesa. Só o capital seria chinês.

    Tipo do jeito que é hoje, com a diferença de que o capital deixa de ser pulverizado e passa a vir de uma única origem.

  • Tipo do jeito que é hoje, com a diferença de que o capital deixa de ser pulverizado e passa a vir de uma única origem.

    Do jeito que é hoje, ou que passará a ser quando da "sacramentação" da venda? Fico pensando, não sei se corretamente, que o fechamento do capital tornará a chinesa mais autônoma e independente, talvez sob outra legislação jurídica diferente da ASA (tipo uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada daqui), portanto, mais livre e solta para fazer acordos e remanejamentos particulares com o remanescente técnico atual da Opera e vice-versa, sem muita intervenção federal nos seus tratos particulares. Para o bem ou para o mal dos usuários do navegador.

  • Mas, e se esse remanescente técnico resolver desaguar no Vivaldi? Hein?

    Aí, o Presto vai dizer para o Blink: parece até que você não gosta de mim e o Blink pode responder: Eu não, Presto... mas eu te amo!!! Infame, infame, infame.

  • Do jeito que é hoje, ou que passará a ser quando da "sacramentação" da venda?

    A Opera hoje já tem diversos estrangeiros entre seus principais acionistas e nem por isso deixa de ser norueguesa.

    Fico pensando, não sei se corretamente, que o fechamento do capital tornará a chinesa mais autônoma e independente

    Em relação ao que? O que muda é que o consórcio passaria a ser o único dono.

    talvez sob outra legislação jurídica diferente da ASA (tipo uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada daqui)

    Com o fechamento do capital, a Opera passaria de ASA (Que seria como uma S.A) para AS (que entendo ser como uma Ltda).

    portanto, mais livre e solta para fazer acordos e remanejamentos particulares com o remanescente técnico atual da Opera e vice-versa, sem muita intervenção federal nos seus tratos particulares.

    E por qual motivo o governo iria se intrometer nos negócios e decisões de uma empresa, seja ela S.A. ou Ltda?

  • Mas, e se esse remanescente técnico resolver desaguar no Vivaldi? Hein?

    Se fosse o caso, sorte do Vivaldi hehe.

  • E por qual motivo o governo iria se intrometer nos negócios e decisões de uma empresa, seja ela S.A. ou Ltda?

    Não se trata de intromissão, sim de legislação muito mais drástica. Uma S/A de capital aberto, com ações negociadas em bolsas é, aqui no Brasil, alvo de diversas fiscalizações e exigências do Ministério da Fazenda, de fiscalizações e obrigações legais e específicas junto a órgãos ligados ao governo federal, como, p. ex., a Comissão de Valores Mobiliários e um montão de outras assemelhadas. É obrigada a publicar no Órgão Oficial da União seus estatutos, Balanços e atas de assembleias, e ao cumprimento de diversos requisitos a que as firmas de capital fechado e de outros enquadramentos jurídicos não estão sujeitas.

    Por isso ficam muito mais expostas nas vitrinas oficiais e nas da mídia. E isso posso dizer com toda a segurança é no mundo todo.

  • Do jeito que é hoje, ou que passará a ser quando da "sacramentação" da venda?
    A Opera hoje já tem diversos estrangeiros entre seus principais acionistas e nem por isso deixa de ser norueguesa.

    A pergunta que eu fiz, não era para ser feita, mas, quando quis editar, já estava vencido o prazo.

  • Não se trata de intromissão, sim de legislação muito mais drástica. Uma S/A de capital aberto, com ações negociadas em bolsas é, aqui no Brasil, alvo de diversas fiscalizações e exigências do Ministério da Fazenda, de fiscalizações e obrigações legais

    "Eu vejo seu ponto". 🙂

    Realmente deixando de ser uma S.A. a Opera provavelmente não precisará publicar balanços be outras informações.

    No entanto continuará tendo que seguir a legislação norueguesa.

  • Fico pensando, não sei se corretamente

    "Eu vejo seu ponto". 🙂

    Saindo dos holofotes oficiais e da mídia, pelo fato de não mais lidar com economia e finanças ligadas a interesses coletivos envolvidos com a economia popular do país, passando a se restringir a um âmbito muito mais particularizado, eventuais transgressões às leis não só poderiam deixar de ter punições tão severas, quanto repercussões bem menores, quanto poderiam ficar encobertas por muito mais tempo.

    Isto poderia ter um lado bom, que seria muito maior liberdade de os chineses atribuirem uma autonomia muito mais significativa aos remanescentes noruegueses, os da área técnica de manutenção e desenvolvimento, e poderiam se arranjar entre si, com muito maior fluidez e rapidez de desenvolvimento. Nesse caso, supondo que não incorram em transgressões legais com a Noruega e que sob suas leis queiram continuar.

    Outra vertente é que a Opera muito mais particularizada, para mudar de nacionalidade, seria "um pulo" fácil e rápido. E fora dos focos, a notícia, o conhecimento público sobre isso poderia não ser tão imediato. E se ela estiver mal intencionada, ou voltada para impor ao mundo o modo chinês de lidar com softwares, quando a gente ficar sabendo, já estaremos com nossos pcs infestados de PUM (credo) e PUP, ou, simplesmente, UM e UP.

  • Mais um subsídio. Neutralmente colocado por mim. Quem é que escreveu: não louvo nem condeno, apenas me admiro com as turbas? Essa é minha postura ao adicioná-lo.

  • No link que indiquei logo no início, tenho encontrado todo o principal conteúdo que aqui rola. Eu interpelei lá um postante, julgando-o muito simplório na sua observação. Ele me respondeu e me "quebrou a cara"! Tudo o que ele afirma na sua resposta e as razões que dá passaram-me a impressão de que sabe mais e mais profundamente do que os óbvios ululantes que são a geleia geral que habitualmente rola.Como sou incapaz de confirmar ou contestar o que ele expõe, pediria que os que aqui se julguem aptos e dispostos a uma coisa ou outra (confirmar ou contestar) que respondam diretamente a ele. Eu apenas "murcho as orelhas". :rolleyes:

    Por favor, leiam o link inicial que agora indico e as três postagens subsequentes Instigantes revelações ou não?

  • Por favor, leiam o link inicial que agora indico e as três postagens subsequentes Instigantes revelações ou não?

    Para mim não fazem o menor sentido, o tipo de comentário que eu provavelmente iria filtrar. O que, por sinal, eu fiz.

  • Hesito em tentar ir mais fundo nesse tema. Bem melhor, confortável e ajuizado, seria conservar minhas orelhas murchas. Mas, cogitar não é afirmar, seria, quando muito, aventar possibilidades. Eis o que me vem:

    Primeiro (e que com o passar do tempo, me acorre): o temperamento do postante, se é que saberei abordar isso

    Andei estudando suas postagens. Pareceu-me um tipo inclinado a respostas curtas, talvez utilizando o navegador apenas em um mobile. Nessas respostas, "senti" que, se pressionado, ou contestado, tira do bolso do colete seus trunfos: dá uma resposta de difícil/impossível verificação, para passar por sábio, ou sabichão, e escreve o que sua imaginação e seus recalques acham por bem escrever. Tudo o que afirmou é muito duvidoso, mas, para o meu sentir, não impossível.

    Segundo - verificar se há notícias a respeito, mesmo que dadas por pasquins (no mau sentido, não no sentido de "O Pasquim", que já teve seus momentos de glória na minha apreciação).

    Digitei uma pergunta em inglês, contendo, mais ou menos, o seguinte conteúdo: há quanto tempo a Opera ASA tem relacionamento com a Qihoo. Isto só me retornou as matérias que surgiram dia 10 de fevereiro e pouco ou nada foi acrescentado a partir dessa data.

    Aí, passei do inglês para o norueguês, localizei uns 10 jornais noruegueses e, nos que permitiam pesquisas, pesquisei, porém, não obtive retorno.

    O que me parece bem provável é que a Opera ASA não encontrou a Qihoo numa mesa de boteco, foi com a cara dela e daí se tornaram amigas íntimas, a ponto de entrarem em sociedade e negociarem o patrimônio da primeira, num curto período de tempo.

    Isto deve ter bem mais tempo de convivência e envolvimento em atuações conjuntas. Daí porque não acho tão incrível o que ele afirma, que são seis anos de conjunção.

    Acredito também que a maior parte das notícias que nos chegam, devem ter muito mais coisas não reveladas, por debaixo dos tapetes, e essas são as que vão determinar o desfecho de um assunto, no caso, e nos dizendo respeito, o desfecho e consequências da venda da Opera ASA à chinesa.

    A frase inicial dele que é um navegador para o mercado chinês. Talvez, querendo significar que já há uma produção especial para o mercado chinês levada avante pela Opera ASA e a Qihoo, há seis anos, e em padrões totalmente diferentes dos usados para o ocidente. O modo por que ele afirma dá a entender que isso é do conhecimento dele. Neste ponto, me inclino muito mais para que seja um saque mirabolante dele. Mas deixo uma pequena parcela em que possa ocorrer. Não que tenha ocorrido, ou esteja ocorrendo, mas não inacreditável.

  • o negócio ainda não foi fechado, né?

  • o negócio ainda não foi fechado, né?

    Não. Ao menos nada foi anunciado ainda.

    É algo que poderá levar um bom tempo para ser concretizado.

  • Sinceramente, a primeira vista, não vejo com bons olhos essa venda aos Chineses, não por vazamento de dados etc., por isso o Governo Americano é campeão, mas pela ideologia chinesa, essa ideia comunista, de restrição a liberdade e inconstancias nas empresas que adquire.

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