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Opera e o negócio da China

  • Para isso acontecer a empresa teria que deixar de ser Norueguesa.

    Então, dê seu lance na aposta. A cotação está a 10 x 1 para quem cravar que Noruega/Opera, no prazo máximo de três meses, não estarão alijadas. "Galantido, non?"

    Neste caso, não só a Opera como ligado a ela praticamente deixaria de existir.
    Teríamos uma nova empresa com produtos diferentes.

    Não seria a minha aposta hoje.

  • Não seria a minha aposta hoje.

    Vamos ver quem pode mais: senso lógico ou dom profético. :sherlock: :wizard:

  • O senso lógico aparentemente sai na dianteira. Mas o senso lógico calcula, o dom profético "SABE"!

    Independentemente do capital vir a ser fechado ou não, a empresa continuará norueguesa enquanto sediada na Noruega.

  • Independentemente do capital vir a ser fechado ou não, a empresa continuará norueguesa enquanto sediada na Noruega.

    Acho que vou desistir de entender! A única coisa que para mim fica clara é que ela continuará norueguesa. Mesmo isso é, também, uma nebulosa. Tornar-se-á uma ficção norueguesa, não uma empresa, sem qualquer produto em seu nome e/ou de seu domínio.

    O consórcio chinês ficará dono de tudo, será o único proprietário, é o que julgo ter endendido. Isto é, do navegador para desktop e para os outros dispositivos, como móbiles etc e dos respectivos desenvolvimentos.

    O quê mais ficará para a Opera ASA fazer, se ela nada mais faz do que isso que passará para a propriedade chinesa? Somente o VPN ou nem mesmo esse?

    O mais provável é que aconteça com a Opera o mesmo que acontece com as centenas, talvez milhares de empresas que trocam de donos diariamente mundo afora: continuará tudo na mesma, com os empregados fazendo seu trabalho como sempre fizeram.

    ??????????????

  • Vultos como Thomas Jefferson e Abraham Lincoln. Deste último: “Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo

    Mesmo as frases mais célebres e pronunciadas por seres cunhados como ícones respeitados e veneráveis, podem ter seus calcanhares de Aquiles.

    O que Lincoln afirmou pode ser praticamente incontestável no âmbito que está ao alcance da compreensão mental.

    Mas, no nível causal (espiritual), em que a realidade da existência do demônio só é menos evidente do que a de Deus, a frase é amplamente contestável. O demônio consegue, com total êxito, enganar a todos todo o tempo.

  • O consórcio chinês ficará dono de tudo, será o único proprietário, é o que julgo ter endendido. Isto é, do navegador para desktop e para os outros dispositivos, como móbiles etc e dos respectivos desenvolvimentos.

    O consórcio será o dono da empresa que faz esses produtos.

    O quê mais ficará para a Opera ASA fazer, se ela nada mais faz do que isso que passará para a propriedade chinesa?

    A Opera, até segunda ordem, continuará fazendo o mesmo que faz hoje em dia. A empresa continuará existindo e funcionando normalmente, apenas os donos serão outros.

    ??????????????

    Empresa A tem como donos X e Y. Estes decidem vender a empresa para Z.
    Para B, empregado dessa empresa A, que diferença fará, ao menos em um primeiro momento, quem é o dono da empresa para a qual trabalha? Nenhuma.

    E para a empresa em si? Talvez alguma mudança no modo com as coisas são conduzidas mas nada muito drástico em um primeiro momento.

  • Muito grato. Coitado do A!!! Perto de suas lucubrações, as nossas, usuários, são fichinha!. Assim, como as dos diretores da área técnica (os noruegueses), que trabalham por idealismo, plasmação de sonhos e amor à arte, coisas que muito escassamente (em proporção) são supridas pelos honorários.

  • Retificação: coitado do B!

  • A verdade parece ser, como o Leo tem dito por outras palavras, que ninguém sabe que bicho vai dar. Outra apreciação, dada com muita elegância e tirocínio, que mais ainda me situa.

  • O que é sabido é que haverá mudança no controle acionário, saindo estes e demais acionistas espalhados por aí e entrando o tal consórcio.

    O que esses novos acionistas irão fazer só poderemos saber ao certo após a venda. Por enquanto só é possível listar algumas possibilidades.

  • Estes top 20, em conjunto, teriam, no momento, o domínio acionário com aproximadamente 58%, se as ações que possuem todos eles têm direito a voto (não se lá há diferenciação correspondente à que há/havia nas nossas S/A entre ações ordinárias e preferenciais, nominativas e ao portador). Parece-me que sim, com direito a voto, pelo quadro type do gráfico. Calculo que os outros cerca de 42% estariam nas mãos de acionistas "pulverizados" através de movimentos nas bolsas de valores.

    Estou cogitando que, feita a alteração no corpo acionário, se os chins optarem por conservar a tecnologia nas mãos do que hoje é a estrutura da Opera ASA, poderia haver, de início, uma espécie de "sociedade de capital e trabalho", uma das modalidades de sociedades que há/havia na legislação brasileira dos meus tempos de estudo de contabilidade.

    Também cogito em similaridade com as concessões de serviços públicos aqui, em que uma firma inglesa, por exemplo, poderia ser a concessionária do fornecimento de energia elétrica. Ou como as concessionárias de telefonia.

    Parece-me que nos dois casos, seria como a Opera permaneceria uma empresa norueguesa, enquanto a sede estiver definida juridicamente na Noruega, trabalhando sob a legislação norueguesa. Só o capital seria chinês.

    Mas, o que tem a ver comigo é que se passar para a legislação chinesa, não terei, no momento, nem confiança nem motivação em prosseguir mantendo o navegador.

  • se as ações que possuem todos eles têm direito a voto (não se lá há diferenciação correspondente à que há/havia nas nossas S/A entre ações ordinárias e preferenciais, nominativas e ao portador).

    Não tenho certeza mas acho que ação sem direito a voto é coisa nossa.

    Calculo que os outros cerca de 42% estariam nas mãos de acionistas "pulverizados" através de movimentos nas bolsas de valores.

    Entre eles, diretores e funcionários da Opera: http://www.newsweb.no/newsweb/search.do?messageId=394518

    Parece-me que nos dois casos, seria como a Opera permaneceria uma empresa norueguesa, enquanto a sede estiver definida juridicamente na Noruega, trabalhando sob a legislação norueguesa. Só o capital seria chinês.

    Tipo do jeito que é hoje, com a diferença de que o capital deixa de ser pulverizado e passa a vir de uma única origem.

  • Tipo do jeito que é hoje, com a diferença de que o capital deixa de ser pulverizado e passa a vir de uma única origem.

    Do jeito que é hoje, ou que passará a ser quando da "sacramentação" da venda? Fico pensando, não sei se corretamente, que o fechamento do capital tornará a chinesa mais autônoma e independente, talvez sob outra legislação jurídica diferente da ASA (tipo uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada daqui), portanto, mais livre e solta para fazer acordos e remanejamentos particulares com o remanescente técnico atual da Opera e vice-versa, sem muita intervenção federal nos seus tratos particulares. Para o bem ou para o mal dos usuários do navegador.

  • Mas, e se esse remanescente técnico resolver desaguar no Vivaldi? Hein?

    Aí, o Presto vai dizer para o Blink: parece até que você não gosta de mim e o Blink pode responder: Eu não, Presto... mas eu te amo!!! Infame, infame, infame.

  • Do jeito que é hoje, ou que passará a ser quando da "sacramentação" da venda?

    A Opera hoje já tem diversos estrangeiros entre seus principais acionistas e nem por isso deixa de ser norueguesa.

    Fico pensando, não sei se corretamente, que o fechamento do capital tornará a chinesa mais autônoma e independente

    Em relação ao que? O que muda é que o consórcio passaria a ser o único dono.

    talvez sob outra legislação jurídica diferente da ASA (tipo uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada daqui)

    Com o fechamento do capital, a Opera passaria de ASA (Que seria como uma S.A) para AS (que entendo ser como uma Ltda).

    portanto, mais livre e solta para fazer acordos e remanejamentos particulares com o remanescente técnico atual da Opera e vice-versa, sem muita intervenção federal nos seus tratos particulares.

    E por qual motivo o governo iria se intrometer nos negócios e decisões de uma empresa, seja ela S.A. ou Ltda?

  • Mas, e se esse remanescente técnico resolver desaguar no Vivaldi? Hein?

    Se fosse o caso, sorte do Vivaldi hehe.

  • E por qual motivo o governo iria se intrometer nos negócios e decisões de uma empresa, seja ela S.A. ou Ltda?

    Não se trata de intromissão, sim de legislação muito mais drástica. Uma S/A de capital aberto, com ações negociadas em bolsas é, aqui no Brasil, alvo de diversas fiscalizações e exigências do Ministério da Fazenda, de fiscalizações e obrigações legais e específicas junto a órgãos ligados ao governo federal, como, p. ex., a Comissão de Valores Mobiliários e um montão de outras assemelhadas. É obrigada a publicar no Órgão Oficial da União seus estatutos, Balanços e atas de assembleias, e ao cumprimento de diversos requisitos a que as firmas de capital fechado e de outros enquadramentos jurídicos não estão sujeitas.

    Por isso ficam muito mais expostas nas vitrinas oficiais e nas da mídia. E isso posso dizer com toda a segurança é no mundo todo.

  • Do jeito que é hoje, ou que passará a ser quando da "sacramentação" da venda?
    A Opera hoje já tem diversos estrangeiros entre seus principais acionistas e nem por isso deixa de ser norueguesa.

    A pergunta que eu fiz, não era para ser feita, mas, quando quis editar, já estava vencido o prazo.

  • Não se trata de intromissão, sim de legislação muito mais drástica. Uma S/A de capital aberto, com ações negociadas em bolsas é, aqui no Brasil, alvo de diversas fiscalizações e exigências do Ministério da Fazenda, de fiscalizações e obrigações legais

    "Eu vejo seu ponto". 🙂

    Realmente deixando de ser uma S.A. a Opera provavelmente não precisará publicar balanços be outras informações.

    No entanto continuará tendo que seguir a legislação norueguesa.

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